quinta-feira, 1 de maio de 2014

Português do ''jeitinho brasileiro''

Postado por Priscila Prestes às 12:32 0 comentários

Por Priscila Prestes


Essa semana andei me perguntando o porquê de as pessoas escreverem tão mal o português? Aí você me diria: ‘’O governo não investe em ensino de qualidade, Prestes’’. Mas você acha que a culpa é só dele? A responsabilidade também é nossa.
Uma boa educação cria pessoas inteligentes suficientes, capazes de derrubar a corrupção. No entanto, eles (GOVERNO) investem rios de dinheiro em entretenimento (carnaval, BBB, futebol e mais cultura de massa) para que os brasileiros estejam bem ocupados com festas e festas! ‘’Uhuuull!’’.
Se observamos, o que mais ganha audiência nos meios de comunicação (TV, Rádio, Jornal, Internet), veremos que as questões políticas e sociais estão em último lugar.
É uma vergonha para o nosso país, brasileiros não dominarem o próprio idioma (domínio de fala de escrita e de leitura), por exemplo: Mais é antônimo de menos; Mas é sinônimo de porém; arrasou e não arrazou; se diz entretido e não entertido; e por aí vai as aberrações de todos os dias, no Facebook. 

Aí o colega vai para uma sala de aula estudar outro idioma, mas ele não sabe o que é verbo, advérbio, substantivo; não conhece nada da morfologia; o que será que ele vai aprender?

Pelo amor de Deus, vamos consumir todos os livros da terra e aprender a dominar a nossa raça, o nosso idioma. Parece coisa besta, mas isso reverbera nas urnas do nosso país. É muita falta de conhecimento enchendo o bolso da corrupção.

Uma pessoa que não lê, não consegue desenvolver a língua  e é claro, um senso critico capaz de observar e julgar o que acontece em nosso país. Problemas com a língua é só um sinal de que o buraco é fundo.
Eu não estou aqui para bancar a culta, até porque, a minha formação primária, não foi lá essas coisas, mas eu me esmero, gasto, consulto, leio, para tentar ser um diferencial nessa droga de país; nesse meio podre que consome meu dinheiro, meu suor através dos impostos.

Aí vem o MEC, querendo reparar o erro do Ensino Fundamental, nos vestibulares, sugando os jovens provenientes de escolas públicas; fazendo-os estudar durante, horas, dias e até anos, para tentar entrar numa universidade federal.
Vamos parar de brincar que a coisa é séria! Já chega de tanta bobagem na vida.
Quando eu me interesso em saber (lendo e peneirando),  o que se passa e, qual a minha responsabilidade como cidadão dentro de um espaço geográfico, fortaleço a esperança de que as futuras gerações desfrutem de um país melhor. Porque a culpa não é só dos governos; é deles e nossa, pois mesmo  que as condições oferecidas, não sejam justas ou satisfatórias, tenho o papel de construir uma política limpa, nas urnas do meu país: Não me vendendo; acreditando; apostando com honestidade que o Brasil ainda pode ser muito melhor. 
É esse compromisso que pode mudar a cara da nação, vendida por qualquer centavo por ai à fora, como  descreveu a revista francesa, France Football, recentemente.

Não podemos aceitar ser mais um no meio dessa multidão, que leva a vida de qualquer forma, alimentados pelo ‘’jeitinho brasileiro’’.

Mesmo diante de tanta corrupção, não podemos abaixar a cabeça. É imprescindível que continuemos acreditando e buscando constantemente o conhecimento, pois é ele, quem nos prepara para enfrentar com responsabilidade, situações em sociedade.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Querem processar Raquel Sheherazade? Me polpem

Postado por Priscila Prestes às 08:46 0 comentários
As pessoas têm medo da solidão social, tanto é que, quando alguém resolve publicar uma opinião contrária a da 'maioria' (quero dizer, da mídia), muitos começam a atacar para que o ''politicamente correto'' vire verdade única e absoluta e assim, a população passe a viver as ''verdades'' impostas, jamais contestadas. A maioria, resolve se calar por medo de serem hostilizados e permanecerem únicos na opinião. Outros, ''se escondem covardemente atrás de pseudônimos e contas falsas''.
  
A posição que ela está, concedida pelo sr Silvio Santos, nos faz pensar que ainda existam heróis no jornalismo, capazes de usar o horário nobre para promover os interesses do povo. Esse é um espaço jamais utilizado pelos âncoras, para emitir a verdadeira cara do Brasil
Eles na verdade (mídias organizacionais), atendem aos interesses de seus proprietários e não aos interesses do povo. A notícia, para eles, é mercadológica, não importando os meios e formas a serem divulgadas. A falsa imparcialidade é tão parcial quanto, paradoxal.

E agora querem processar a Raquel Sheherazade? As pessoas têm medo da coragem dela, que indo na contra mão das Teorias da Comunicação, consegue passar a verdade nua e crua, não temendo a governos e nem a política capitalista e manipuladora desse país. Ela é a voz e a indignação do povo, que não consegue  falar.
Tem meu apoio, âncora.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Lula fala sobre avanço da internet

Postado por Priscila Prestes às 04:50 0 comentários
Gente, resolvi publicar as palavras do mestre Lula, sobre as redes sociais. Acho que com muita clareza, ele enaltece e conscientiza sobre o uso da web. Vale a pena conferir.


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Um amor encontrado...

Postado por Priscila Prestes às 14:46 0 comentários

Todos nós, temos uma necessidade inesgotável de algo que seja capaz de nos fazer felizes e completos. Algo que seja maior que nós mesmos, do que possamos alcançar com nossas próprias mãos; algo que nos leve além do perecível e, nos faça sentir-nos que estamos sendo carregados, consolados e depositados. 
Eu, por mim mesma, expressei essa tal necessidade de várias formas. Como uma maneira de tentar suprir esse algo tão sobre-humano, me lancei a tudo o que parecia ser esse  " algo" mas, eu não entendi, eu não encontrei... Eu sabia que ele estava lá, em algum lugar, afinal, a sua ausência gritava forte dentro de mim como uma crise de gastrite.  Por vezes, até pensei tê-lo encontrado, mas logo descobri que aquela sensação, era apenas mais um
momento, daqueles já vividos. Eu precisava descobrir onde estava essa suficiência, jamais entendida ou apresentada a mim. Ouvi contos e até contei histórias... E nada! Um dia - desses de lágrimas no chão, típicos da vida humana- comecei a conversar com Deus (?), mais conhecido como Deus das religiões monoteístas, que tem soberania até gramatical, pois é o único que pode ser escrito com 'D' maiúsculo. Comecei a falar com ele - um aparente "falando sozinha"- mas não! Era uma conversa bilateral; ele estava lá, bem pertinho de mim. Fantástico! Comecei a chorar. Esqueci de onde estava e me conectei a um mundo onde tudo é possível, onde não há dor, onde posso ser alguém... Imediatamente, uma alegria nascia dentro de mim, diferente de todas que já pudesse ter sentido, e logo uma plaquinha me aparece: Encontrado com Sucesso! Foi lindo, foi inesquecível, aliás, o verbo continua sendo conjugado... A causa de tudo isso, tem nome e sobrenome: Jesus Cristo! Esse é realmente um SOBRENOME, pois está acima de todos os nomes, e todos os homens. Não adianta! Por mais que tentemos criar coisas, símbolos, amores... Serão apenas paliativos, como um analgésico.
Foi numa madrugada fria, de um dia triste, que a gente se encontrou, especificamente, no banheiro de uma casa simples e sem luz. Pode ser num lugar singelo onde você consiga desabafar e só ele te escutar. Pode ser já, já, no seu intervalo; pode ser mais tarde, no seu banheiro, pode ser agora, nesse momento. Ele está aí, bem pertinho de você, ansioso para ouvir: Deus! Ele é Rei, mas, seu reino não é desse mundo. Tente você também.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Festival Promessas e seus lucros

Postado por Priscila Prestes às 05:26 0 comentários

O quão contraditório é ligar a televisão e ver o Festival Promessas; um oferecimento Rede Globo. Onde, a mesma emissora que parece contemplar o público evangélico é a mesma, que ridiculariza esse seguimento, basta acompanhar suas novelas ano após ano. Os evangélicos recebem o estereótipo de cafonas, abitolados; possuem linguagem própria e o pior -na análise de um discurso: verdadeiros loucos "que esperam no senhor". O último senso do IBGE,  mostrou que o público evangélico cresceu muito nos últimos anos. Isso, nada mais é que,  jogada política de uma organização que declara-se ABERTAMENTE, na teledramaturgia, sua oposição aos seguidores de Cristo.
Ouço e leio de alguns, o fato de ser uma oportunidade de proclamar o reconhecimento da palavra de Deus, ora, ora, não sejamos tão inocentes ou até ignorantes, ao  não reconhecer que adoração a Deus, virou entretenimento e um bom negócio, e dos grandes, ou ainda que, a quarta maior emissora do mundo, estaria mesmo interessada em pregar o evangelho a toda criatura. É claro que não! Os interesses da Globo sempre foram financeiros.

O Festival Promessas tem seus lucros para Globo. Ela sabe muito bem, o quão perseguidora foi e É do evangelho. Seu maior inimigo:  a Record,  por nada menos ,  a Universal, o que lhes representa milhões de seguidores implacáveis. A Globo sabe que precisa da audiência dos evangélicos e forma, ‘’crentes’’ questionadores e insatisfeitos com a emissora do bispo Edir Macedo, ganhando assim, a disputa pela audiência.

Tanto a Record quanto a Globo são emissoras de fins comerciais. Não podemos esperar que nenhuma e nem outra, fiquem passando sermões proféticos o tempo todo, até porque, existem leis que regem esse tipo de empresa. Agora, querer morder e assoprar ao mesmo tempo, é achar que  esse grupo é idiota e que 1 hora de marketing gospel vai apagar a imagem de fanáticos, vendida nas telenovelas da globo, semestralmente.
 Outra coisa, o que está em questão aqui, não é a espiritualidade de quem canta naquele palco, não me interessa, de verdade! Mas sim quantas pessoas são iludidas por isso achando que a globo ta caindo de joelhos pro evangelho. Polpe-me.



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

E os milagres continuam

Postado por Priscila Prestes às 10:40 3 comentários

Por Priscila Prestes

Confira no blog do bispo Edir Macedo





Durante alguns anos da minha vida troquei o sonho de servir a Deus com uma vida integral, pelo desejo de servir a embaixada brasileira. Estudei jornalismo e me dediquei ao estudo das Relações Internacionais. Em 2011, passei um breve tempo na França estudando. Lá, trabalhei como obreira na Universal de Paris. Foi apenas uma temporada, o suficiente para entender que a obra lá e bem diferente daqui. Numa igreja linda e com espaço minúsculo – se comparado com nossos templos – centenas de pessoas aguardavam o final de uma reunião para se dirigirem à próxima. Fiquei realmente encantada com o valor que aquele povo dava a Deus. A esperança de uma vida melhor os aguarda todos os dias, e a transformação de suas vidas era uma consequência comum no meio deles. Senti vontade de não voltar mais para o Brasil. Queria estar com eles, servi-los...





Retornando ao Brasil, à minha igreja, as coisas pareciam tão comuns. Aquele desejo de ajudar as pessoas de forma integral, foi se apagando. Continuei trabalhando e, é claro, perseguindo o meu sonho de ser diplomata. Como um dos concursos públicos mais disputados do país, requer muita leitura dedicação e estudos. Muito envolvida com tudo isso, passei a ser uma religiosa, além de domingueira.
As coisas na igreja não me pareciam mais tão valiosas como antes. A palavra e a oração do pastor, um mundo em preto e branco. E o desejo de ganhar almas: de uma fogueira a um palito de fósforo aceso.
Com as amigas, sempre busquei as melhores formas de justificar a minha não opção pelo altar, já que com as mesmas, no passado, sempre esbanjei esse desejo. Mas agora como alguém estudada, as coisas tinham mudado e os sonhos também. De repente, no meio do caminho, encontrei uma amiga. Como ex-obreira e afastada, ela precisava de mim, da minha "espiritualidade". Eu realmente não tinha mais o que dar, já que a minha dispensa estava vazia. Precisava com urgência fazer umas compras, mas pagar por elas, me custaria olhar para mim mesma e reconhecer que não estava bem. Com todo entusiasmo de um filho pródigo que retorna a casa do pai, minha amiga estava disposta a tudo para reconquistar o amor de nosso Pai. Então, fomos surpreendidas pela chance de nossas vidas, sim porque a chance não era só dela, mas minha também. Lá estava a mais bela campanha da Universal: O Jejum de Daniel!
Eu já havia tido uma grande experiência por meio desta campanha, logo no primeiro Jejum. Desta vez, sabia que algo maior podia acontecer. Entramos juntas com todas as nossas forças e o milagre aconteceu: no último domingo, Nataly - minha amiga - foi batizada com Espírito Santo. Foi algo tão lindo que ela parecia ter nascido naquele momento, que espiritualmente falando, foi de fato o que aconteceu.
E eu? Minha vida mudou, meus olhos mudaram e o mais importante, o meu desejo de ajudar as pessoas saltou de um interior ofuscado pelas coisas desta vida, para os sonhos de Deus. Durante esses dias do Jejum de Daniel, tenho acompanhado a programação da TV Universal na Europa, e me encanta os testemunhos do povo. O meu maior milagre não foi somente a renovação de Deus em minha vida, mas o desejo de levar salvação ao mundo, porque de nada me adianta receber o Espírito de Deus se eu não puder testemunhá-Lo em minha vida. Encontro-me à disposição de Deus, talvez um dia como esposa de pastor ou mesmo diplomata. De uma coisa tenho certeza: vou cumprir o meu chamado.
Parece pouco tempo, já que estamos em meados do Jejum de Daniel, porém, quando há entrega, o tempo é só mais um detalhe.
Tudo está tão lindo. Os livros do bispo parecem estar com sabor diferente. As reuniões do meu pastor parecem as primeiras da minha vida, e os universalistas, cada dia, mais lindos e fortes. Ah! Que dias!
Obrigada, bispo, pela fé nos revelada.
Priscila Prestes
Recife-PE
 

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